sexta-feira, 27 de junho de 2014

Carla tinha um tio que era um furor na cama com ela. Chamava-se Normano e nem mesmo depois que ela se casou ele deu sossego. Ela achava ótimo, tinha o marido que era muito bom de cama e o tio, excelente na cama. E o marido era representante de laboratório, vivia fora o dia inteiro e volta e meia tinha de viajar para fazer cursos sobre novos remédios. O tio adorava saber dessas viagens, era quando ele e a Carla faziam farras homéricas.
Mas ela engravidou. Era do marido, tinha certeza pois com o tio ela só transava de camisinha. Achou que o tio ia dar sossego, mas nem quando ela estava grávida ele perdoou. Ela resistiu o máximo que pôde, mas por três vezes não conseguiu e teve de dar para ele.
Só nos últimos meses é que ele tentou e ela se recusou terminantemente. Mas teve de deixá-lo vê-la pelada. Ele viu os seios grandes, deu uma mamadinha neles, passou a mão no barrigão e tentou beijar a xoxota. Ela não deixou. Sabia que se deixasse não iria resistir, o tio era um mestre chupador.
Ele então teve de se contentar em vê-la bater uma punheta para ele. Foi o máximo que conseguiu. Depois que o bebê nasceu, é lógico que ele teria de dar sossego pelo menos nos primeiros meses. No terceiro mês, ela já bem recuperada, ele voltou às visitas, e na terceira semana, o marido dela disse a ele que teria de ir fazer um curso em São Paulo, eram só dois dias, mas ele queria que o tio ficasse de sobreaviso caso Carla precisasse de alguma coisa.
- Pode ir tranquilo. Fico por conta dela e do bebê. Não precisa se preocupar.
E na manhã em que ele viajou, lá veio o tio, que já não se aguentava mais de ansiedade e vontade de transar com a Carla. Chegou e viu um espetáculo maravilhoso, ela amamentando o bebê. Ela estava na sala, ele entrou e não apareceu mais. Quando ela, depois de fazer o bebê arrotar, foi colocá-lo no berço, quase tropeçou: o tio estava, pelado, dentro do berço, com uma chupeta na boca. Não era chupeta do bebê, ele tinha comprado uma só para ele usar.
- Maluco, o que você está fazendo aí? Vai quebrar o berço! Saia já daí…
- Nenê qué mamá… qué mamá…
Ela levou o bebê para o quarto dela, colocou-o na cama, protegeu com almofadas para ele não cair e voltou até onde o tio estava. Ele continuava dentro do berço, peladão, peladão.
- Tio, tá bom, eu te dou de mamar, mas sai daí, antes que o berço quebre…
- Nenê qué vê as tetas da mamãe…
Ela tinha de rir… ele era impossível. Levantou o vestido e tirou-o, ficando só de calcinha. E ele, no berço… só olhando, só olhando…
Ela até adivinhava que ele ia pedir para ver sua xoxota, então tirou a calcinha também. Inclinou-se sobre o berço, beijou o tio e ameaçou: se ele não saísse do berço em 10 segundos ela nunca mais faria nada com ele. O tio deu um pulo e saiu fora do berço. Pegou a Carla, colocou-a sentada num sofá que havia no quarto, e deitou-se sobre ela para mamar gostoso o restinho de leite que o bebê deixara.
- Tio, tio… estava com saudades de mim, não estava?
- Morrendo de saudade…e estou adorando ver que você já recuperou seu peso e está tão gostosa quanto antes…
- Você engordou um pouquinho, hem tio? Tá com uma barriguinha que não tinha… mas estou vendo que o pau continua o mesmo… lindo, como sempre! E o sabor, continua igual?
- Só você experimentando para saber…
Ela riu, tinha certeza de que ele iria responder aquilo. Saiu do sofá, ele sentou e ela chupou.
- Hummm…. adoro este gosto… delicioso, hem tio?
- Não sei, nunca me chupei… só posso dizer que se tiver o gosto da sua xoxota, deve ser delicioso mesmo.
Ela chupou ainda um tempo, depois deixou que ela a chupasse. Conferidos pau e xoxota com sabores deliciosos, ela se inclinou para ser penetrada por ele. Pediu para ele ir com calma, porque o parto tinha sido normal e ela ainda estava “meio virgem”, só transara uma vez com o marido depois que o bebê nascera.
Ele tomou os devidos cuidados, penetrou-a devagar, sempre parando quando ela soltava um “ai!”, mas finalmente conseguiu enfiar tudo. Então começou a bombar, a bombar, até gozar. Ela não se incomodou por não ter tido um orgasmo naquele dia. Sabia que em breve ela já estaria totalmente em forma e teria gozos imensos com o tio e com o marido.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Gosto dos tímidos

Nada me excita mais do que um homem tímido. Desde a escola era assim. Os tímidos eram caçoados pelos outros homens, mais espertos e aventureiros. Certa vez o Artur, um rapazito muito tímido, o mais inteligente da classe, de óculos de grau e sempre cabisbaixo, era humilhado por esses rapazes, que diziam que ele seria gay. Jogavam os seus livros no chão, e pressionavam para que ele confessasse sua homossexualidade. Ele mal pronunciava as palavras, de tanto que tremia e gaguejava. Cheguei e pus-me no meio da conversa, para saber o que acontecia. Logo me olharam, pois todos eles me desejavam, sem nunca ter conseguido nada comigo. Mas eu não lhes dei atenção. Fui até o Artur e dei-lhe um grande beijo na boca, e depois disse: “Adorei a nossa noite de ontem. Estou ansiosa para repeti-la”. Desde então ganharam respeito pelo Artur. O Artur veio agradecer-me pela mentirinha, e viramos grandes amigos. Até tive vontade de ir para a cama com ele, mas a nossa amizade havia virado algo mais importante que o tesão.

Os garanhões estão literalmente riscados da minha lista. Já estive com alguns, mas sempre me decepcionaram. Fazem todo aquele jogo de sedução, mas depois, quando acham que já me têm, esquecem de todas as boas maneiras iniciais.

Mas eu gosto é de seduzir, e não de ser seduzida. Não vou à caça dos meus homens nos lugares mais badalados, como as discotecas, festas ou na praia.

Minhas presas geralmente frequentam bibliotecas, livrarias, sarais de poesia, ou se escondem com um nick suspeito na Internet.

O Gabriel eu conheci num ambiente em que eu não esperava conhecer ninguém razoavelmente interessante. Foi numa discoteca. Possivelmente levaram-no amarrado. Eu observava de longe, sentada no bar. Ele parecia ser diferente de todos os outros. Até parecia tentar agradar, mas não se encaixava no ambiente. Levaram-no para a pista, mas ele não sabia dançar, e voltou para a mesa quando notou que estaria sendo ridículo. Olhava muitas vezes para o relógio. Dois dos seus amigos voltaram para a mesa com mais duas miúdas. Beijavam-nas e apalpavam-lhes os rabos, na sua frente, e eu via que ele ficava constrangido. Três dos outros rapazes ainda estavam na pista de dança, à caça. Um deles aproximou-se de mim, e começou a lançar conversa. Qual o seu nome? Sua idade? Onde moras? Vens sempre aqui?... Ele bombardeou-me de perguntas, até dizer que eu era muito gira e que gostaria de me dar uns beijos. “Na verdade…” – eu comecei. “Estou interessada num amigo seu.” Ele ficou parado, chocado, e quis logo perguntar qual deles. “Daqui a pouco vou até a sua mesa e te mostro.” – eu disse. Ele foi para a pista, e começou a falar com os amigos e a apontar para mim. Todos foram para a mesa. Acabei de beber o meu drink. Levantei-me e fui até lá. Sentei-me do lado do menino tímido e disse, abraçando minha mão no seu ombro: “É esse que eu quero.” Vi várias bocas abrirem na minha frente. Convidei-o para beber no balcão comigo. Ele ficou confuso, mas foi, talvez porque qualquer coisa seria melhor do que estar junto daquele montão de marmanjos, que só queriam intimidá-lo.

- Por que você me chamou aqui? – ele perguntou-me depois de um longo silêncio.
- Porque gostei de ti.
- Foi meus amigos que te pediram para me pregar uma peça, não foi? Pois se foi…
- Ei… - eu interrompi. – Seus amigos não têm nada a ver com isso. Nem os conheço, nem quero conhecer. Gostei de ti, e é você que eu quero.
- Mas por quê? – ele corou.
- Porque só gosto de homens tímidos.

Ele deu um gole no whisky fazendo careta. Tinha 26 anos, mas não parecia nada experiente. Todo aquele ambiente parecia contrastar com a sua postura reservada, quase acanhada.

A música mudava, e só víamos pessoas a balançar a cabeça no meio da pista. Alguns já bêbados, pareciam tocar guitarras e baterias invisíveis.

- Vamos sair daqui. – eu disse-lhe.
- Para onde?
- Importa?

Levei-o para a minha casa. Sentei-me no sofá e indiquei que se sentasse, e estive a observar o seu silêncio.

Descalcei as botas, e estive a brincar com os meus pés nas suas pernas. Ele parecia tremer.

- Tens medo de mim?
- Não, não é isso.
- Então é o quê?
- Na verdade… nunca imaginei que estaria com uma mulher como você.
- Então não imagina nada… Deixa acontecer…
- Não sei o que fazer.
- Não precisa… Deixa que eu faço tudo.

Sentei-me no seu colo. Tirei minha roupa de cima e fiquei com meus dois seios nus, bem à frente dos seus olhos. Parecia que ele estaria vendo uns seios, ao vivo, pela primeira vez na vida. Peguei nas suas mãos e coloquei em cima deles, devagar.

- Vês? Pode tocar…

Ele tocava, apertava, como se experimentasse pela primeira vez, como se fosse comprovar que eles eram mesmo reais. Meus biquinhos rosados ficavam excitados, como se estivessem com frio.

- Também podes colocá-los na sua boca… - eu sugeri, já chegando os meus peitos bem perto dos seus lábios.

Ele chupou, como um bezerro desmamado. Eu tirava uma mama e colocava a outra, bem devagarinho. Ele foi ganhando o jeito, e chupando uma enquanto acariciava a outra com a mão.

Senti o seu cacete crescer, bem debaixo da minha cona. Minha xota parecia ferver, de tanto desejo.

Tirei sua camisa. e encostei meus seios, rijos, quentes e molhados pela sua saliva, no seu.

- Gostas? – perguntei.
- Muito. – ele respondeu, quase a gaguejar.

Desencostei-me e saí do seu colo. Abaixei e tirei seus sapatos. Continuei de joelhos e abri o zíper da sua calça. Senti suas pernas contraírem. Deixei que ele continuasse de calça, mas coloquei o seu pau para fora. Senti que ele tinha vergonha de expor o seu membro para uma quase desconhecida, e eu disse para que não tivesse medo, pois seria muito bom. Acariciei seu pau com as minhas mãos, ágeis e delicadas.

Abandonei seu mastro, e sentei bem ao seu lado no sofá, lançando-lhe um olhar sedutor, ameaçador, traiçoeiro e misterioso. Tirei a meia calça, e depois, bem devagar, fui arrancando minha cueca. Continuei com a saia. Sentei em cima do seu instrumento, sem meter, apenas para que ele sentisse o calor da minha cona. Depois virei de posição, sentando com o rabo no seu pénis, deixando-o bem no meio do meu rego, e deitando minhas costas no seu tronco nu. Peguei nas suas mãos e coloquei novamente nos meus seios. Estive a rebolar por cima dele, seguindo os movimentos circulares das suas mãos. Coloquei uma das suas mãos na minha cona, por baixo da saia, para que ele sentisse com os dedos o que sentiria com o pénis, metido dentro dela, alguns minutos depois. Enfiei um dedinho dele na minha coninha, e ele conseguiu notar o quanto já estava molhada.

Tirei seu dedinho e levantei-me novamente. Nesse instante ele já se sentia um bonequinho, que não sabia o que eu faria a seguir. Pus-me de joelhos, e coloquei o seu pirilau na minha boca. Coloquei-o todo lá dentro, e ia subindo e descendo. Ele começou a gemer. Parei o broche, começando a dar beijinhos no seu cacete, e a lambê-lo com a ponta da língua. Passei a língua nas laterais e depois enfiei-o todo na minha boca, novamente, num golpe de misericórdia. Levantei-me e abri o zíper da minha saia, deixando-a cair. Arranquei-lhe as calças e os boxers. Peguei um preservativo na minha bolsa, e ensinei-o a colocar. Sentei no seu colo, mirando o seu pau no meu buraquinho. Fui descendo bem devagar, de modo a sentir cada centímetro a entrar. “Vamos brincar de elevador…” – eu disse, marota. Quando eu cheguei no fundo, ele gemeu. Continuei rebolando, subindo e descendo.

- Está bom? – perguntei.
- Muito. Muito.
- O que sentes?
- É quente. Úmida. Apertada.
- Gostas de me foder?
- Gosto, gosto muito. É muito bom…

Suspiramos, gememos, e depois que eu gritei, ele se sentiu à vontade para gritar também. Aumentei o ritmo. Ele começou a abrir as pernas e a pular com o rabo no sofá. Joguei minhas costas para trás, apoiando minhas mãos na mesinha de centro. Ele meteu mais.

- Goza comigo… - eu disse.
- Estou quase…
- Continua… continua… continua…

Ele gozou. Senti o preservativo encher-se dentro de mim, e seu pau a latejar. Suas pernas tremiam. Ele parecia até soluçar.

- Eu… eu era virgem. – ele disse.
- Eu sei. – respondi.

Abraçamo-nos, suados, e ficamos a dar longos e demorados beijos na boca. Autorizei que se vestisse e disse que já poderia ir embora, mas, quem saía por aquela porta, agora, não era o mesmo homem que entrou.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Delicioso presente de Natal

Era Dezembro, eles moravam juntos a um ano e meio, ele com vinte e nove anos, separado, e ela com vinte e dois, deliciosos vinte e dois aninhos. Rosto maravilhoso, magrinha, peitinhos pontudos e na medida ideal, tatoo de um tribal no “cofrinho”, tudo perfeito, corpo escultural e no auge do fogo e descoberta sexual.
Eles já haviam feito algumas coisas, como comprar algemas, mordaça, lingerie provocante, velas, etc…mas desta vez ela o surpreendeu. Após um exaustivo dia de trabalho ele chega em casa, come alguma coisa e vai para o banho, ela já havia se banhado e estava na sala aparentemente apenas vendo TV, mas na verdade já estava planejando a surpresa de natal para ele. Ele termina o banho e coloca apenas um short, passa seu perfume rotineiro e sai do banheiro com o corpo ainda meio molhado, e quando abre a porta e vai para o quarto ela o esta esperando na cama deitada meio de ladinho, com uma blusinha tipo “tomara-que-caia” vermelha que termina no umbigo, uma calcinha fio dental vermelha, gorro vermelho de papai Noel, e já o espera algemada e amordaçada segurando um bilhete onde se lê: “Feliz Natal, pode foder a mamãe Noel à vontade”…
Mesmo sem esperar por aquilo, parecia que era um desejo antigo dele, pois ele não pensa muito e já começa beijando o pés dela e subindo pelas coxas deliciosas, apertando-lhe os seios e a cintura e esfregando seu pau já duro por todo o corpo dela, ela apenas pode gemer pois amordaçada e algemada ela não consegue fazer muito, apenas realizar o desejo de seu homem que é fazer tudo com uma mulher sem ser interrompido. Ele a coloca de quatro e começa chupando o cuzinho dela naquela posição, e ela se deliciando de prazer geme com mais vontade, depois ele apenas abaixa a mordaça até o pescoço dela deixando a boca livre para enfiar seu pau duro até a garganta dela, e bombando sem parar enquanto segura os cabelos dela com as duas mãos.
Depois disso ele volta a ficar por traz e enfia com toda força seu pau na bocetinha apertada e já bem molhada, metendo bem forte e rápido e a essa hora ela já está gritando sem parar de tanto tesão e prazer, e ele continua puxando seus cabelos e batendo em sua bunda durinha e deliciosa. Ela esta algemada com as mãos para traz e ele a puxa pela corrente da algema e com a outra mão começa a acariciar o cuzinho dela que já está piscando para receber aquele pau inteirinho.
Mesmo sem ele dizer nada, ela grita: “Me fode! Fode o cu da sua mamãe Noel bem gostoso”, e ele não pensa duas vezes, tira seu pau da boceta dela e enfia no cuzinho inicialmente bem devagar, e depois vai acelerando o ritmo em um frenesi intenso e selvagem. Ela geme, grita, rebola e pede mais, pede cada vez mais para ser fodida com força. Ela ainda algemada não pode fazer nada e mesmo se pudesse ela não o faria, pois o presente era para ele, ele poderia fazer de tudo com ela aquela noite.
Depois de muito tempo bombando e metendo no cuzinho dela, ele passa o braço pela cintura dela e coloca dois dedos na sua boceta molhada e cheia de tesão, metendo o pau no cu e metendo os dedos na boceta simultaneamente, e puxando seus cabelos, fazendo-a sentir um prazer enorme e gritando de satisfação e gozando como nunca. Ele então para e segurando-a pelos cabelos coloca seu pau na frente de seu rosto se masturbando até gozar e jorrar sua porra quente por todo o rosto dela, e após isso ela chupa o pau dele com muita vontade e com seu rosto todinho melado de porra do seu marido completamente satisfeito com o presente de Natal antecipado.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Arregaçando a tia bunduda


Corpo do conto

O que vou contar foi e continua sendo o maior tesão da minha vida. Sempre fui louco pela minha tia, irmã mais nova de minha mãe. Ela é loira e tem uns peito e uma bunda incrível. O nome dela é Juliana e a gente sempre foi muito chegado um no outro, mas eu sempre ficava apenas na vontade,pois ela era casada e nunca demonstrou nenhum sinal pra mim. Até que depois de uns tempos quando nos cumprimentávamos, ela começou a pegar na minha bunda, e eu na dela é claro. Mas quando eu tentava uma aproximação ela sempre desviava. Ela estava me deixando louco, e ela sabia disso, então uma vez que eu estava sozinho em casa, ela apareceu dizendo que queria falar com minha mãe. Eu disse que ela não estava e a convidei para entrar, ela aceitou e passou com aquele rabão todo empinado na minha frente.
Assim que ela sentou no sofá, viu que havia uma revista pornô do seu lado e começou a folhear. Ela se virou pra mim e perguntou se eu estava se divertindo. Falei que não, que estava apenas dando uma olhada e que eu curtia era uma mulher bater uma pra mim. Eu estava com o pau duro e ela percebeu, me levantei de propósito e fui buscar algo para bebermos, quando eu voltei ela não tirou os olhos do volume em minha calça. Não sei o q me deu e perguntei se ela queria segura-lo. Ela olhou pra mim com uma cara de safada e disse que sim. Eu não estava acreditando naquilo, minha tia que tanto desejei estava segurando e acariciando meu pau. Então comecei a tomar as rédeas da situação e mandei-a chupar, coisa que ela atendeu prontamente, fazendo uma chupada incrível eu estava quase e gozando então mandei ela parar, e avancei em seus peitões, nossa que peitos, fui descendo e levantei sua sai e cheguei naquela gruta maravilhosa, fiz um serviço completo naquela xana arrancando o primeiro gozo dela. Peguei minha tia pela mão e a coloquei deitada em cima da mesa virada para mim, então comecei a bombar dentro daquela buceta, minha tia começou a gemer e rebolar, eu a chamava de putinha e dizia que iria deixa-la toda arregaçada por tantos anos de espera por esse momento. Comecei a estocar mais forte e ela anunciou que iria gozar, então eu disse que iria gozar na boquinha dela. Ela me surpreendeu ao dizer que sim e que sempre teve vontade de beber porra, anunciei que iria gozar e ela veio abocanhar meu caralho, gozei como nunca dentro daquela boquinha e ela engoliu o que pode. Depois de nos limparmos e comermos eu disse que queria foder o cú dela. Minha tia disse que não queria, pois era virgem alí. Disse a ela que sonhei em foder o cú dela a vida toda e que não ia aceitar não como resposta. Então ela pediu para que fizesse com carinho e virou aquele rabão pra mim, nossa que bunda, peguei o gel e comecei a lubrificar aquele anelzinho virgem, enfiando um dedo e depois dois, ela apenas gemia. Então comecei a penetrar, primeiro entro a cabecinha e ela gemia de um jeito tão gostoso que estava me deixando loco, quando havia entrado a metade eu meti o resto de uma vez, ela gritou alto, mas comecei a bombar firme no cuzinho dela fazendo com que apenas gemesse. Comecei a dar tapas naquela bunda e a puxar seu cabelo, xingava-a de puta e vagabunda e que ela seria a minha putinha de agora em diante e que ela ficaria viciada na minha pica. Explodi dentro daquele cuzinho inundando-o de porra. Ela disse que foi a melhor foda da vida dela e que voltaria a fazer de novo, mas isso é uma outra história..
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