sábado, 31 de maio de 2014

Ninfeta Virgem

Olá! Sempre venho a este site, adoro contos eróticos e o que vou relatar agora realmente aconteceu. Moro em Ubá, interior de Minas Gerais, e tenho uma loja especializada em relógios. Já havia algum tempo que precisava de uma funcionária, e felizmente não precisei esperar muito pois ali perto morava uma garota linda que vivia passando em frente à minha loja.

Um dia resolvi perguntar se ela não gostaria de trabalhar para mim como secretária. Paty respondeu que sim e combinamos de começar o trabalho no dia seguinte. Passei a noite imaginando como seria ter aquela gostosura do meu lado todos os dias. Ela era linda, morena quase jambo, olhos cor de mel e cabelos castanhos. Na época Paty tinha acabado de completar 18 anos e tinha uns peitos muito empinados, além das pernas torneadas e um bumbum delicioso.

Paty já chegou toda animada, perguntando qual seria sua tarefa e lhe passei tudo o que deveria fazer. Mais tarde tive que dar uma saidinha e falei para ela ficar à vontade e anotar os recados. Quando cheguei não encontrei a Paty no balcão da loja, como era de se esperar, então fui até a parte de trás da loja e a vi com uma das minhas revistas de sacanagem nas mãos. A outra mão ela passava devagarinho nos peitinhos. Tentei não fazer barulho, mas ela acabou me vendo.

Paty ficou muito sem graça, mas expliquei que não tinha problema pois um dia ela acabaria conhecendo tudo mesmo... A tarde passou normalmente e às 18h eu falei que ela poderia ir. Paty então me explicou que não teria aula no dia seguinte e que queria ficar para adiantar algumas coisas. Como a tarde não estava com muito movimento, fui para trás da loja relaxar um pouco e comecei a folhear a revista que ela estava vendo. Isso foi me dando puta tesão.

Chamei a Paty e perguntei se ela tinha gostado do que viu na revista. Ela respondeu que sim e que gostaria de ver mais. Falei para ela fechar a porta da loja e voltar para onde eu estava. Em dois minutos estávamos vendo revistas de sacanagem. Meu pau estava quase rasgando a calça e ela muda do meu lado, vendo a revista. Resolvi atiçá-la: - Você já viu um cacete ao vivo e em cores? Paty respondeu que não, então coloquei meu pau pra fora. Ela ficou paralisada quando viu.

Antes que Paty pudesse falar qualquer coisa, peguei a mão dela e a coloquei no meu pau. Resolvi deixá-la sem graça e falei: - Bate uma punheta pra mim que eu vou gozar gostoso... quer ver? Ela continuou sem dizer nada, olhando fixamente para o meu pau, então começou uma punheta bem gostosa. No início ela segurou meu pau meio sem jeito, mas depois ficou uma profissional. Perguntava para ela se estava bom e Paty só balançava a cabeça.

Vi que ela estava meio tímida e mandei Paty abaixar a calcinha para que eu pudesse chupá-la. Ela disse que nunca tinha feito isso, mas acabou cedendo. Paty tinha uma boceta bem peludinha, macia, cheirosa e estava um pouco molhadinha. Chupei durante uns quinze minutos aquela delícia e quase me acabei na punheta. Paty gozou calada, mas sua bocetinha esta encharcada. Mandei minha ninfetinha ficar de quatro e gozei naquele traseiro delicioso.

Nos vestimos e ela foi embora sem falar quase nada. Disse apenas um tímido: - Até amanhã. Eu tinha certeza de que ela não voltaria. Às 08h da manhã Paty apareceu na loja. Ela vestia uma mini-saia justa e estava toda cheirosa. Eu quase fui à loucura! Tudo correu bem (profissionalmente) até às 18h. Novamente chamei minha delicinha, só que desta vez ela já foi logo pegando a minha pica, que estava estourando dentro da calça.

Ela ficou me punhetando e folheando a revista, então a coloquei de quatro sobre o vaso sanitário e perguntei se podia meter a pica na boceta dela. Paty virou rápido e disse que não, pois era virgem. Fiquei chupando a gatinha de quatro e de vez em quando enfiava a língua naquele cu gostoso e apertadinho. Paty gozou algumas vezes e eu esporrei nos peitos durinhos e empinados dela. Ficamos um tempão só nos amassos e ela teve que ir embora. Os dias foram passando e a gente só na pegação, mas sem meter.

Um dia chamei a Paty para sair comigo e ela topou. Demos umas voltas de moto - ela sempre gostou de sair comigo de moto -, conversamos, nos beijamos muito, rolou uma sacanagem rasgada até que finalmente ela disse quer queria perder a virgindade comigo. Mais do que depressa levei a ninfeta para o motel. Chegando lá ficamos namorando, beijando e conversando, até que os carinhos e as carícias foram ficando mais quentes.

Coloquei Paty deitada na cama e fui beijando todo aquele corpo delicioso e tentador. Fui descendo pelos seios empinados que cabem direitinho na minha boca, pela barriguinha lisa e malhada, até que cheguei em sua bocetinha cabeluda. Chupei a xaninha dela feito uma criança desmamada. Paty gemia de tesão e mexia a cintura sem parar, chegando ao orgasmo quase que instantaneamente. A hora H tinha chegado.

Comecei a colocar a rola bem devagar naquela racha virgem. Paty estava pegando fogo e toda lambuzada de tanto gozar. Ela gemia bem baixinho pedindo para eu não parar: - Não tira! Vai devagar... deixa eu sentir esse pau todo dentro da minha xoxotinha. Coloca, vai! Fui metendo cada vez mais, sempre firme e devagar. Quando encostei em seu hímen, forcei um pouco mais e senti ele se romper. A gata não parava de falar: - Você é o homem mais gostoso do mundo... não pára! Que delícia! Agora eu sou sua mulherzinha... mete mais!

Quando ouvi o “mete mais” vi que o caminho estava livre. Fui metendo até o meu pau entrar inteiro. Depois tirei bem devagar e meti lentamente, para ela se acostumar com a largura da minha vara. Paty segurou o lençol com força e começou a gritar. Ela estava descontrolada. Era tão bom ver aquela gatinha reagindo ao meu pau de um jeito natural, ingênuo... eu sentia que tinha total controle sobre ela.

Continuei metendo e tirando, metendo e tirando até que aumentei o ritmo. Fui bombeando e aumentando o ritmo, metendo mais forte... ela já gritava alto, rebolando muito e jogando o corpo contra o meu pau. Quando percebi já estava maltratando a buceta da ninfeta, metendo até o talo e segurando a Paty pelo quadril para a penetração ser mais profunda. Ela começou a gozar de novo e senti sua boceta ficar ainda mais úmida. Enquanto ela gozava eu meti rápido e com força, para que o prazer fosse mais intenso.

Eu estava delirando com aquilo. Ainda não acreditava que era o primeiro a comer aquela virgenzinha de 18 anos! Resolvi dar um tapa na bunda da Paty para ver sua reação. Ela gemeu alto e pediu mais. Ah... ela era quente de verdade! Dei outro tapa com mais força, depois outro e outro. Paty gritava e mexia o quadril. Segurei a gata pela cintura e meti com violência, enquanto dizia: - Isso, putinha. Você não passa de uma vadiazinha que gosta de dar para o chefe, né? Então vou te mostrar como é que se como uma boceta. Você vai se apaixonar pela minha pica, vai virar a minha escrava.

Ela foi à loucura com aquilo! Começou a gemer alto dizendo que eu tinha sido o primeiro dela, por isso ela seria sempre a minha escrava sexual. Paty me pediu para meter com mais força. Disse que queria levar uma surra de pica, então eu realizei o seu desejo. Meti que nem um coelho, com força e sem parar. Meti muito rápido, mas aquela boceta era apertada demais e eu já estava quase gozando. Ela gritou pedindo para eu gozar. Relaxei e esporrei muito dentro daquela boceta gostosa.

Paty revirou os olhinhos dizendo que foi bom demais. Exaustos, caímos um pra cada lado da cama e depois fomos tomar banho juntos. Hoje ainda como bem gostoso essa morena deliciosa, que é um tesão. Hoje eu tenho 35 anos, Paty tem 23, nós somos muito amigos e sempre que dá a gente fode bem gostoso. Depois eu conto como foi realizar algumas fantasias muito sacanas com essa ninfeta.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Sendo comida pelo coroa 1

Meu nome é Marcela, tenho 23 anos, branca, 1,68m,60 kg, olhos azuis, cabelos castanhos lisos até os ombros, que vou contar aconteceu quando eu tinha 18 anos. Nessa idade eu ja tinha corpo formado seios grandes e bumbum empinado, no sitio dos meus pais eu sempre ia nas férias,e lá conheci um menino da cidade começamos a namorar, ele sempre me levava pra um barraco abandonado no sitio onde nos divertíamos muito. No sitio sempre ia um casal de velhos, o homem Sr.Eduardo tinha uns 68 anos gordo, eu tinha muito nojo dele pelo corpo e principalmente porque ele nunca tirava os olhos de mim. Um dia estava com o menino(Pedro) no barraco, quando entrou o Sr. Eduardo de repente, me pegou de quatro no chão, minha mini-saia levantada, minha tanguinha no meio das coxas e peitos de fora,e o Pedro estava começando a colocar o seu pinto no meu cuzinho, eu gemia de dor,por incrível que pareça nessa idade eu ainda era virgem,era virgem e nunca tinha dado o cu, quando já tinha entrado a cabeça,o velho entrou, fiquei dura de medo, eu que sempre me fiz de certinha e fazia cara feia pra ele, me pegava de quatro num barraco sendo enrabada, ele ficou olhando quieto, enquanto eu apavorada e morrendo de vergonha subia minha tanguinha, colocava minhas tetas pra dentro da blusa, abaixei mina mini-saia e sai correndo dali sem olhar pro velho. 
Passado 15 dias voltei ao sítio e la encontrei o velho me olhando com cara de safado, ele me chamou pra conversar e foi direto,queria meu cuzinho também,se não contava pros meus pais,tentei fazer ele mudar de ideia e ele foi seco quero seu cu amanhã à tarde senão eu conto. Concordei, no dia seguinte ele me levou pra um hotelzinho de estrada perto do sitio de carro, eu estava de mini-saia e top,quando entrei ele foi logo falando que era melhor ser legal com ele, dai ele começou a apalpar minhas coxas grossas, passar a mão por cima do top sentindo minhas tetas grandes, fez eu levantar a saia dentro do carro, quanto tentou colocar o dedo dentro da minha bucetinha eu segurei a mão dele e disse que era virgem.. ele riu e me levou pro hotelzinho(que depois descobri que era de putas e que o dono era amigo dele),quando entramos até as prostitutas ficaram me olhando. O dono era outro velho da mesma idade ficou me medindo deu a chame e disse rindo pro Sr.Eduardo pra não morrer na cama comigo. quando entramos e tiramos as roupas fiquei horrorizada e com mais nojo daquele velho, barrigudo careca horrível, ele quando me viu peladinha com meus cabelos lisos ate os ombros tetas grandes e duras(uso sutien 46) bunda empinada e minha bucetinha estava toda depilada  pelos no meio tipo formando um caminho, ficou louco me agarrou e falou,- vem  putinha,aí começou a chupar minhas tetas com forca,sua mão apertava com forca minha bundinha e o dedo dele forcava meu cuzinho, depois ele sentou de pernas abertas num cadeira do quarto e falou vem  Marcela me chupa, eu olhava com nojo pra quele pinto branco de velho quando ele viu que eu fiquei parada falou sua putinha mama logo aqui... Me ajoelhei fechei os olhos e engoli aquele pinto mole , o velho começou a gemer minha boca subia e descia naquele pau..ele me fala va chupa as bolas putinha e empurrava minha boca fazendo eu engolir o saco todo..de repente puxou meu rosto com forca e falou chupa que vou gozar nessa boquinha de pivetinha quando vi o pau dele não acreditei que um homem de 68 anos tivesse um pinto tao duro, com uma cabeça que ate hoje nunca vi igual de tao grande e grosso e comprido, empurrou minha cabeça contra o pinto fazendo(eu tentando) engolir aquele pintão, começou a gozar e tremer enchendo minha boquinha de porra quando acabou disse limpa meu pau com a boca fazendo eu secar ele todinha ate a ultima gota de porra de velho. 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Boa noite galera site dedicado à contos eróticos e á todos os mistérios e fantasias do mundo do sexo,agradeço à contribuição das pessoas que mandam os contos,seus nomes geralmente são pseudônimos,uma forma de manter sigilos,muitos dos contos aqui sitados são aventuras de casais,sexo bom é aquele sexo com aventuras e loucuras,aproveitem o site,beijos.